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Lote 131

São Sebastião
escultura em madeira policromada e dourada, portuguesa, séc. XVI, faltas na policromia e no dourado, outras faltas, vestígios de insectos xilófagos
Dim. - 89 cm
exemplar semelhante em pedra calcária representado no catálogo da exposição do Museu Nacional de Arte Antiga "O Sentido das Imagens - Escultura e Arte em Portugal [1300-1500]". Lisboa: Instituto Português de Museus, p. 121, nº 36.

euro_symbol€ 1,500 - 2,250 Base - Estimativa

gavel€ 1,900Vendido

euro_symbol€ 2,500 - 3,750 Base - Estimativa

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Lote 135

Rei D. Miguel (1802-1866)
óleo sobre tela, escola portuguesa, séc. XIX (2º quartel), pequenos restauros
Dim. - 46 x 37,5 cm
"Dom Miguel é representado com as insígnias reais: coroa, ceptro e manto. A representação deste é particularmente interessante por se apresentar unicamente decorado com castelos, por oposição ao manto atribuído a Dom João VI e conservado no Palácio Nacional da Ajuda (Inventário 2420), que é ainda decorado com as esferas armilares, torres e escudos representados nas armas do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarves. Sob o manto, o Rei enverga um uniforme militar, muito possivelmente de Comandante em Chefe do Exército. Este uniforme é muito semelhante ao retratado em Viena por Johan Nepomuk Ender, circa 1828 (Cabral Moncada Leilões, leilão 194, lote 99) e corresponde a uma versão privativa e tardia do grande uniforme de Verão (com pantalona branca) adoptado em 1806 para os brigadeiros e oficiais generais do Exército, do qual se distingue pelo padrão e pela extensão das bordaduras, que cobrem inteiramente o peito. O florete, usado com fiador encarnado bordado a ouro, é também muito semelhante ao modelo adoptado, em 1806, para o grande uniforme dos oficiais generais e brigadeiros." A Cabral Moncada Leilões agradece a nota supra ao Doutor Pedro Soares Branco, perito em uniformologia e iconografia militar portuguesa.

euro_symbol€ 3,000 - 4,500 Base - Estimativa

gavel€ 3,000Vendido

Lote 139

"Quartel-General de Welington em Freineda" - Almeida, Beira-Alta, Portugal
aguarela sobre papel, inscrição FRENEDA. THE WHITE HOUSE TO THE LEFT OF THE CHURCH IS LORD WELLINGTON QUARTERS. THE ESTRELLA MOUNTAIN COVERED WITH SNOW AT A DISTANCE ON THE LEFT. MULETEERS COMING UP ALONG THE ROAD, escola inglesa, cerca de 1812-1813, pequenos defeitos no papel, caixa expositora em mogno
Dim. - 17,7 x 26,7 cm
integrou a colecção Raglan: "Welington, Waterloo and The Crimeia", tendo sido incluída no leilão nº 1546 da Christie's "The Raglan Collection: Welington, Waterlo and The Crimeia And Works of Art from the Collection of the Marquesses of Londonderry", lote nº 14. Londres: Christie's, 22 e 23 de Maio de 2014. Em Novembro de 1812, Wellington retirou-se com o seu exército para Freineda, junto à fronteira, a fim de recuperarem da resistência às Invasões Francesas. Instalou-se num solar junto à igreja da aldeia de Freineda até Maio de 1813, quando atravessa a fronteira para Espanha.

euro_symbol€ 3,000 - 4,500 Base - Estimativa

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euro_symbol€ 500 - 750 Base - Estimativa

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euro_symbol€ 3,000 - 4,500 Base - Estimativa

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Lote 147

VERÍSSIMO ALVES PEREIRA - SÉC. XIX
Relógio de hora universal
cilindro em metal revestido por gravura sobre papel "Mapa-mundo", base em pau-santo e metal, topo com escultura em terracota "Chronos" (Tempo), mapa datado de 186?, mecanismo tipo inglês com autonomia de oito dias, toca horas e meias horas, escape «pin-wheel», dois pesos, português, mecanismo a necessitar de revisão, pequenas faltas e defeitos, mapa com inscrição manuscrita "Veríssimo Alves Pereira inventou e fêz - Lisbôa"
Dim. - 225 x 54,5 x 54,5 cm
Segundo Fernando Correia de Oliveira, investigador e autor de diversos livros sobre o Tempo, Veríssimo Alves Pereira, natural do Porto, foi um relojoeiro construtor, activo na segunda metade do século XIX. Para além dos Relógios de Hora Universal, inventou e construiu "meridianas" (mecanismos especiais que, ao meio dia solar, faziam tocar sinos ou davam tiros de canhão, para que as pessoas pudessem acertar os relógios). Foi professor de relojoaria na Casa Pia de Lisboa e sócio na Fábrica de Relógios de Torre, fundada em 1870 em Lisboa. Foi ainda Director Técnico da Oficina de Instrumentos de Precisão do Instituto Industrial e Comercial de Lisboa, fundado em 1852 por Fontes Pereira de Melo e que está na génese do Instituto Superior Técnico. Uma das atribuições desta oficina era o fornecimento e manutenção de aparelhos de precisão, incluindo cronómetros, a todos os estabelecimentos científicos do Estado. Veríssimo Alves Pereira foi membro da Associação Industrial Portuense, colaborou na Revista Universal Lisbonense - Por uma Sociedade Estudiosa (1862-1853), com sede na Rua dos Fanqueiros, 82. Foi um dos membros mais activos da Associação Promotora da Indústria Fabril, fundada em 1837, que está na génese da actual Associação Industrial Portuguesa. Veríssimo Alves Pereira teve na Baixa lisboeta um estabelecimento de instrumentos musicais de seu fabrico, havendo notícia de que comercializava contadores de água igualmente de sua invenção. Veríssimo Alves Pereira fez pelo menos mais dois relógios semelhantes a este, que se pensa ser o primeiro. Numerados 2 e 3, encontram-se no Museu da Fundação Portuguesa das Comunicações. O "Mapa-mundo" que reveste o cilindro, com a data de 1868 (dúvidas quanto ao último dígito), é rico em informação e apresenta variadas gravuras ilustrativas da actividade humana nas diferentes partes do planeta. Numa inscrição manuscrita a tinta pode ler-se "Veríssimo Alves Pereira inventou e fêz - Lisbôa". O meridiano de referência (zero graus de longitude) é o de Paris, dado que só em 1911 a França passou a usar o de Greenwich (Portugal adoptou o meridiano de Greenwich a partir de 1 de Janeiro de 1912). Júlio Castilho, na sua Lisboa Antiga, diz que esta curiosa personagem «andava sempre com algum projecto, algum invento útil, alguma facilitação industrial, alguma aplicação novíssima da mecânica» na cabeça e, como todos os inventores, «explicava em termos prolixos, a quem quer que encontrasse, as vantagens de tal ou tal aparelho, os pormenores de tal ou tal engrenagem, sem querer saber se o seu interlocutor se achava no ponto de vista dele, e comungava das mesmas ideias». Luís Couto Soares, Maio de 2018 Bibliografia: - OLIVEIRA, Fernando Correia de - "História do Tempo em Portugal". Lisboa: Diamantouro, 2003. - TAVARES, José Mota, e OLIVEIRA, Fernando Correia de - "Relógios e Relojoeiros - Quem é quem no Tempo em Portugal". Lisboa: Âncora Editora, 2006. - CTT/TLP - "Bramão e Outros Inventores Portugueses no Museu dos CTT/TLP: Exposição Comemorativa do 1º Centenário do Telefone Bramão 1879-1979". Lisboa: Nova Lisboa Gráfica, Ldª, 1979. - CASTILHO, Júlio de, Lisboa Antiga - "Bairros Orientais". Lisboa: Câmara Municipal, 1934-1938, vol. IV. - Fernando Correia de Oliveira, Blogs http://allaworldontime.blogspot.com e http://estacaochronographica.blogspot.pt/ - consultados a 14-05-2018.

euro_symbol€ 8,000 - 12,000 Base - Estimativa

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Lote 148

Prato de sopa
porcelana chinesa de exportação, decoração policromada e dourada "Apanha da cereja" a partir de gravura de Nicolas Ponce (1746-1831) segundo original de Pierre-Antoine Baudouin (1723-1769), reinado Qianlong (1736-1795), pequena esbeiçadela
Dim. - 23 cm
VEIGA, Jorge Getúlio - "Chinese Export Porcelain in Private Brasilian Collections". London: Han-Shan Tang, 1989, p. 152, nº 123; BEURDELEY, Michel - Porcelaine de la Compagnie des Indes. Fribourg: Office du Livre, 1962, p. 58, nºs 27-29; e SILVA, Ricardo Espírito Santo; HYDE, J. A. Lloyd; MALTA, Eduardo - "Porcelana da China ao Gosto Europeu". Lisboa: Edições R.E.S., 1956, pp. 55 e 57, estampas XIII e XIV. Proveniência: Colecção Souza e Holstein (Palmela)

euro_symbol€ 300 - 450 Base - Estimativa

gavel€ 300Vendido

Lote 149

Prato recortado
porcelana chinesa de exportação, decoração policromada "Tocador de oboé" entre flores e outros músicos, reinado Qianlong (1736-1795)
Dim. - 22,5 cm
vd. HERVOUËT, François et Nicole; BRUNEAU, Yves - "La Porcelaine des Compagnies des Indes a Décor Occidental". Paris: Flammarion, 1986, pp. 184 e 186, nºs 8.3 e 8.10. Proveniência: Colecção Souza e Holstein (Palmela)

euro_symbol€ 250 - 375 Base - Estimativa

gavel€ 380Vendido

Lote 150

Prato
porcelana chinesa de exportação, decoração policromada e dourada "Julgamento de Páris", reinado Qianlong (1736-1795), cabelo no fundo, pequenas faltas no vidrado do bordo
Dim. - 23 cm
vd. HERVOUET, François et Nicole; BRUNEAU, Yves - "La Porcelaine des Compagnies des Indes à Décor Occidental". Paris: Flammarion, 1986, p. 310, nº 13.74; VEIGA, Jorge Getúlio - "Chinese Export Porcelain in Private Brasilian Collections". London: Han-Shan Tang, 1989, p. 112, nº 81; e BEURDELEY, Michel - Porcelaine de la Compagnie des Indes. Fribourg: Office du Livre, 1962, p. 183, nº 130. Proveniência: Colecção Souza e Holstein (Palmela)

euro_symbol€ 300 - 450 Base - Estimativa

gavel€ 380Vendido

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